quarta-feira, 22 de abril de 2009

É possível renascer...

É Possível Renascer é o título do livro que retrata a história de vida da mãe de uma das minhas alunas. À primeira vista a história pode parecer lamechas, mais do mesmo, sei lá... Sei que se me deparasse simplesmente com o livro pensaria, muito provavelmente, que era mais um livro daqueles escritos simplesmente para vender... Mas não. Hoje tive a oportunidade de conhecer a Irene e a autora do livro. Vieram à Escola falar um pouco sobre a esperança, aquela que dizem que é a última a morrer... E gostei. Gostei sobretudo dos sorrisos e da forma leve e entusiástica como tentaram vender a história. Gostei da força que ambas transmitiram aos presentes: uma a quem amputaram braços e pernas, outra a quem um erro tirou o filho. Poderia ter saído do auditório triste... Saí, porém, com um sorriso nos lábios e com a certeza de que é possível renascer.

Agora tenho de ir trabalhar e arranjar tempo para ler o livro.

domingo, 19 de abril de 2009

S. e S.


in calipot.files.wordpress.com
Aqui vai um beijinho com saudades para vocês.

O O. está quase a caminho.Está no aeroporto. Estivemos com ele e com a A. em Viseu. Deu para matar um bocadinho as saudades que são muitas. É tão bom reencontrar as pessoas de quem gostamos. No Verão, já sabem...

Fico à espera de fotos de Orango (e eu que me vim embora sem ver o hipopótamo!!!)!

domingo, 12 de abril de 2009

Boa Páscoa!!!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Férias

terça-feira, 31 de março de 2009

Quase de férias

quarta-feira, 25 de março de 2009

Primavera


Hoje sinto-me primaveril. Acordei, fui tomar café a uma das esplanadas cá do Montijo para saborear o sol matinal.
É tão bom quando nos sentimos assim leves, de bem com a vida.
Estou feliz!

Bissau forever


Ontem deram-me, como tantas outras vezes, um toque da Guiné-Bissau. Liguei de volta. Era o Gilberto, um dos muitos meninos que tive o prazer de conhecer enquanto lá estava.
Ficou feliz por me ouvir e eu fiquei feliz por saber que o tinha feito feliz com um simples telefonema.
Obrigada por toda essa simplicidade e por me fazerem sentir que fui importante para alguns de vocês.
Não imaginas, Gilberto, como foi bom ouvir o teu “Obrigado, professora L.” repetido assim tantas vezes. Tenho-vos para sempre no meu coração.