
quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A opinião deles...

A sociedade de hoje em dia impõe-nos a nós cidadãos fazer coisas, não propõe. A sociedade retira-nos os sonhos e marca-nos uma meta e é essa que temos de atingir se quisermos ter sucesso na vida.
Existe uma enorme competição. Em tudo temos de ser os melhores, em tudo temos de dar o nosso melhor.
E todos os dias a sociedade pede mais de nós: mais empenho, mais trabalho, mais dedicação, mais profissionalismo…
As pessoas quase que se atropelam umas às outras para conseguir algo.
Na minha opinião, o papel da sociedade é ajudar o cidadão, é promover uma sociedade unida e não discriminar e impor.
É necessária uma mudança de mentalidades para que a sociedade possa ser como nós desejamos que seja: mais humana!
Texto realizado por uma aluna do 11º ano
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
domingo, 26 de abril de 2009
Viva o 25 de Abril

A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada à covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação
Zeca Afonso
quarta-feira, 22 de abril de 2009
É possível renascer...

Agora tenho de ir trabalhar e arranjar tempo para ler o livro.
domingo, 19 de abril de 2009
S. e S.

in calipot.files.wordpress.com
Aqui vai um beijinho com saudades para vocês.
O O. está quase a caminho.Está no aeroporto. Estivemos com ele e com a A. em Viseu. Deu para matar um bocadinho as saudades que são muitas. É tão bom reencontrar as pessoas de quem gostamos. No Verão, já sabem...
Fico à espera de fotos de Orango (e eu que me vim embora sem ver o hipopótamo!!!)!
domingo, 12 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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