
terça-feira, 31 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Primavera
Bissau forever
Ontem deram-me, como tantas outras vezes, um toque da Guiné-Bissau. Liguei de volta. Era o Gilberto, um dos muitos meninos que tive o prazer de conhecer enquanto lá estava.
Ficou feliz por me ouvir e eu fiquei feliz por saber que o tinha feito feliz com um simples telefonema.
Obrigada por toda essa simplicidade e por me fazerem sentir que fui importante para alguns de vocês.
Não imaginas, Gilberto, como foi bom ouvir o teu “Obrigado, professora L.” repetido assim tantas vezes. Tenho-vos para sempre no meu coração.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Fogo no Gerês já está extinto :)
quinta-feira, 19 de março de 2009
O dia-a-dia

Levantou-se. Foi para mais um dia solarengo de trabalho. Na pasta levava o desejo de ter um dia normal.
Mas, não.
Nesse dia ficou mais uma vez a saber que nem todos encaram o trabalho da mesma forma, nem todos olham para os outros como iguais. Há pessoas que sobressaem, tentando diminuir os outros.
Mas, não.
Nesse dia ficou mais uma vez a saber que nem todos encaram o trabalho da mesma forma, nem todos olham para os outros como iguais. Há pessoas que sobressaem, tentando diminuir os outros.
E são pessoas formadas.
E são professores.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Interrogação
Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar,
Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;
E apesar disso, crê! nunca pensei num lar
Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.
Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito.
E nunca te escrevi nenhuns versos românticos.
Nem depois de acordar te procurei no leito
Como a esposa sensual do <>.
Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo
A tua cor sadia, o teu sorriso terno...
Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso
Que me penetra bem, como este sol de inverno.
Passo contigo a tarde e sempre sem receio
Da luz crepuscular, que enerva, que provoca.
Eu não demoro o olhar na curva do teu seio
Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.
Eu não sei se é amor. Será talvez começo...
Eu não sei que mudança a minha alma pressente...
Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço,
Que adoecia talvez de te saber doente.
Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;
E apesar disso, crê! nunca pensei num lar
Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.
Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito.
E nunca te escrevi nenhuns versos românticos.
Nem depois de acordar te procurei no leito
Como a esposa sensual do <
Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo
A tua cor sadia, o teu sorriso terno...
Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso
Que me penetra bem, como este sol de inverno.
Passo contigo a tarde e sempre sem receio
Da luz crepuscular, que enerva, que provoca.
Eu não demoro o olhar na curva do teu seio
Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.
Eu não sei se é amor. Será talvez começo...
Eu não sei que mudança a minha alma pressente...
Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço,
Que adoecia talvez de te saber doente.
domingo, 8 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)